O Brasil vai receber a Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027, que começa em 24 de junho, marcando a primeira edição do torneio na América do Sul. A competição contará com 32 seleções e partidas em oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O ministro do Esporte, André Fufuca, afirmou que o país vive um momento histórico com a chegada do Mundial e destacou que o governo trabalha para que o evento vá além do futebol, gerando impactos positivos duradouros para a sociedade brasileira.
Segundo Fufuca, a Copa será uma vitrine internacional para mostrar o compromisso do Brasil com o fortalecimento das mulheres, promovendo igualdade de gênero, incentivando a participação feminina no esporte e valorizando as mulheres em diferentes áreas da vida social.
O governo também espera que o torneio impulsione o esporte de base, ampliando o acesso de meninas e jovens às práticas esportivas, estimulando novas gerações de atletas e fortalecendo o futebol feminino no país.
Outro ponto destacado pelo ministro é o impacto no turismo. Com infraestrutura, logística, estádios prontos e proximidade com outros países da América do Sul, o Brasil tem potencial para atrair recorde de visitantes internacionais, movimentando a economia e promovendo a imagem do país no exterior.
Para organizar o evento, o governo criou o Comitê Gestor da Copa do Mundo Feminina de 2027 e uma Secretaria Extraordinária, em parceria com a FIFA. O grupo, que reúne 23 ministérios, será responsável por áreas como segurança, mobilidade, logística e coordenação geral.
Também está em análise uma medida provisória para proteger a propriedade intelectual da Copa, evitando práticas como o marketing de emboscada, quando marcas tentam se associar ao evento sem autorização.
Com essas ações, o governo federal busca entregar uma Copa do Mundo Feminina organizada, com forte impacto social, econômico e esportivo, consolidando o Brasil como uma das principais potências do futebol feminino mundial.



