Com a Copa do Mundo 2026 se aproximando, várias seleções despontam como favoritas, mas as diferenças entre elas são sutis. Lesões, momento de forma, sorteio, calendário e dinâmica de jogo podem ser decisivos na Copa mais longa da história, com número recorde de partidas e equipes participantes.
Além de Portugal e Alemanha, que aparecem na segunda linha de favoritismo, o site Sportytrader, especializado em previsões esportivas, aponta o G5 das seleções favoritas para o torneio na América do Norte.
Espanha: a certeza do bom futebol

Na última Copa, a Espanha foi surpreendida pelo Marrocos nas oitavas de final, mas segue entre as favoritas. Com jogadores como Yamal, Pedri e Rodri, a equipe combina qualidade individual e força coletiva, garantindo um estilo de jogo consistente. Mesmo em derrotas, os espanhóis demonstram organização e categoria, características que os colocam no topo das observações.
França: o ano de Mbappé?

A França caminha lado a lado com a Espanha no favoritismo. A equipe conta com Kylian Mbappé e Ousmane Dembélé, que, em forma, podem desequilibrar qualquer defesa. Após um desempenho sólido na Copa do Catar, apesar da derrota na final para a Argentina, os franceses chegam confiantes em 2026, com talento e experiência para brigar pelo título.
Brasil: o desafio de Ancelotti

Ainda há dúvidas sobre o elenco que Carlo Ancelotti levará à Copa. O desempenho de jogadores como Vinícius Júnior e Raphinha nos clubes europeus é impressionante, mas será preciso encaixar um coletivo consistente. O grande desafio do técnico é encontrar o equilíbrio e, especialmente, definir o camisa 9, com Endrick surgindo como opção promissora no Lyon. O objetivo é recuperar o espírito de equipe que levou o Brasil ao sucesso em 2002.
Inglaterra: do “quase” ao troféu?

A Inglaterra chegou à final do último Campeonato Europeu, perdida para a Espanha, e segue como uma seleção forte. Com jogadores de alto nível como Harry Kane, Saka, Phil Foden, Bellingham e Cole Palmer, a equipe tem potencial, mas precisa evoluir sob o comando de Thomas Tuchel, substituindo Gareth Southgate, para conquistar seu primeiro título mundial.
Argentina: a força de Messi

A Argentina não pode ficar de fora do G5, mesmo com a vitória no Copa do Catar sendo considerada uma exceção. A equipe precisará se rejuvenescer, com Julián Álvarez em destaque, mas ainda com Lionel Messi no comando. Apesar da crise na AFA, o espírito coletivo e guerreiro da seleção continua sendo um diferencial importante.



